Segundo o BPAmb, os registros ajudavam a controlar e organizar as possíveis disputas. Todo o material foi recolhido pela polícia para procedimentos legais.
Após a apreensão, um fiel depositário assumiu a responsabilidade pelos 27 galos, conforme os procedimentos adotados pelas autoridades.
A polícia chegou ao endereço depois de receber uma denúncia anônima.
Agora, as autoridades devem analisar os materiais recolhidos e as condições em que os animais permaneciam no local.
A prática de rinha de galos pode configurar crime de maus-tratos contra animais, conforme a Lei de Crimes Ambientais. Portanto, o caso seguirá para os procedimentos previstos na legislação.
Com informações de Ponta Negra News


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