Ações movidas pelo PT do presidente Lula e pelo PL do ex-presidente Jair Bolsonaro podem levar à cassação do senador Sergio Moro - 31/01/2024

TRE do Paraná marca julgamento da cassação de Sergio Moro

Senador Sérgio Moro (União Brasil) / Foto: Lula Marques                                                             Senador Sérgio Moro (União Brasil) / Foto: Lula Marques                                                                                                                                                                                                                                                    O Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR) reservou para o dia 19 de fevereiro o julgamento das ações movidas pelo PT do presidente Lula e pelo PL do ex-presidente Jair Bolsonaro que podem levar à cassação do senador Sergio Moro (União Brasil-PR). 

 

O julgamento foi agendado após o relator das ações, o desembargador Luciano Carrasco Falavinha Souza, liberar os casos para análise dos colegas na tarde desta terça-feira e pedir a inclusão dos processos “na primeira data possível”. 
 

A data, que já consta no sistema interno da Corte, ainda passará pelo crivo da presidência do TRE do Paraná, que não teria sido consultada por Falavinha. O relator, no entanto, disse a interlocutores que o agendamento é atribuição de uma secretaria subordinada à presidência, ou seja, sem ingerência dele. Na prática, antes mesmo de ser iniciado, o julgamento já deflagrou uma “guerra de versões” nos bastidores do tribunal devido ao simples agendamento da data. 
 

O desembargador priorizou o caso de Moro ao longo dos últimos dias e deixou para segundo plano os processos sob a sua responsabilidade que tramitam no Tribunal de Justiça do Paraná (TJ-PR), corte onde também atua. Falavinha pediu uma licença de duas semanas do TJ do Paraná, entre 8 e 20 de janeiro, para a “prestação de serviços à Justiça Eleitoral”. 
 

Com o agendamento da sessão para depois do Carnaval, deve dar tempo de o TRE do Paraná superar o “apagão” e ter quórum máximo de sete juízes para analisar o caso de Moro. 

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Comentários

disse:

em 01/01/1970 - 12:01