Investigação - 15/01/2023

PF usará perícia em mil celulares e DNA para colher provas contra invasores

                                                                   Foi colhido material genético dos presos na hora da invasão e no acampamento em frente ao quartel-general do Exército. Ele será comparado com as amostras de DNA encontradas nos locais e em objetos depredados no dia 8, como quadros, relógios e móveis. 

Outro flanco da investigação da Polícia Federal é a perícia nos celulares. O ministro da Justiça, Flávio Dino, declarou que mais de mil telefones foram apreendidos. Eles estão sendo monitorados por técnicos, que analisam trocas de mensagens e com quem se deram estes diálogos. 

O que se espera obter 

 

  • Comprovação, por meio da análise do DNA, de que o preso esteve no local da depredação; 

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  • Identificação, com a ajuda de mensagens de celular, de quem financiou e quem organizou a invasão. 

Caminho do dinheiro 

Simultaneamente, são realizadas investigações para descobrir de quais contas bancárias saíram os recursos que bancaram. A pousada onde estavam motoristas dos ônibus que trouxeram as pessoas até Brasília foi identificada e veículos foram apreendidos antes que deixassem o Distrito Federal. 

Eles estão no pátio da Polícia Rodoviária Federal e ainda tem bolsas, bandeiras e outros pertences de manifestantes. A Justiça consultou a ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) para obter a relação de ônibus que viajaram a Brasília e quem bancou a contratação do serviço. 

Hierarquia dos invasores 

O ministro da Justiça, Flávio Dino, declarou que há diferentes tarefas entre os envolvidos na invasão do Congresso Nacional, Palácio do Planalto e STF. 

 

  • Executores: aqueles que invadiram e depredaram; 

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  • Mandantes: pessoas que ordenaram estes atos; 

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  • Incentivadores: quem transmitiu as ideias de invasão; 

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  • Financiadores: pessoas que bancaram a estrutura para permitir a ação. 

Com informações de UOL/Blog do BG 

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Comentários

disse:

em 01/01/1970 - 12:01